Por que Dylan Sprayberry, do Teen Wolf, escolheu a Cientologia pela sobriedade (e por que os fãs estão preocupados)

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Dylan Sprayberry está sem seu uniforme de Teen Wolf, mas vestiu algo totalmente diferente.

O ator, conhecido por interpretar Isaac Lahey no drama sobrenatural da MTV, veio a público no início desta semana. Ele postou no Instagram. A legenda era breve: “Aqui está uma atualização para vocês!” Ele marcou @scientology.

Dentro do vídeo, Sprayberry foi específico. Ele não é novo na igreja. Ele é membro há três anos. Ele disse que a experiência foi “tão fantástica”. Mas ele não parou por aí. Ele expôs sua motivação. Claro. Direto.

Ele se juntou para ficar limpo. Ele se juntou para ficar sóbrio. Ele queria largar as drogas.

O caminho para a recuperação

A sobriedade não é linear. Para a Sprayberry, os primeiros dias foram marcados por um tipo específico de orgulho. Ele disse aos fãs que quando ficou limpo pela primeira vez, sentiu a mudança.

“OK, estou sóbrio agora”, ele se lembra de ter pensado. “Estou muito orgulhoso de mim mesmo e ouço a diferença de estar livre das drogas.”

É um sentimento com o qual muitos podem se identificar. Essa clareza inicial é inebriante à sua maneira. Mas também abre a porta para a busca por mais estrutura. Mais respostas. Para alguns, essa busca leva à terapia. Para outros, como Sprayberry, leva à Igreja de Scientology.

A reação on-line

Previsivelmente, a internet tem opiniões.

A seção de comentários não se conteve. Um usuário sugeriu que ele deveria ter consultado um terapeuta. Outro escreveu: “Ah, não, nós o perdemos”.

A crítica é mais profunda do que a simples desaprovação. Ele aborda as controvérsias bem documentadas que cercam a organização.

“Decepcionante. Espero que você encontre uma saída logo. O dano e a dor causados ​​por aquele lugar não valem o bem que você acha que está encontrando.”

Este último ponto é crucial. Os críticos argumentam que a igreja causa mais danos do que cura. Eles dizem que existem outros caminhos para a recuperação que não envolvem a hierarquia rígida e as exigências financeiras da Igreja. Apontam para sistemas de apoio comunitário que são mais seguros, menos isoladores e cientificamente fundamentados.

Por que Hollywood?

Sprayberry não é uma anomalia aqui. Ele está seguindo um roteiro muito antigo.

Tom Cruzeiro. Elisabeth Moss. Chloé Fineman.

Porque é que tantas estrelas se juntam à Igreja de Scientology?

Não foi um acidente. Foi uma estratégia.

Na década de 1950, L. Ron Hubbard, o fundador, lançou uma iniciativa chamada “Project Celebrity”. O objetivo era explícito. Recrute pessoas famosas para promover a igreja. Use sua fama como escudo e holofote.

O site da igreja ainda hoje reflete esta prioridade. Lista “artistas, políticos, líderes da indústria” como membros ideais. Pessoas com poder. Pessoas com visão. Pessoas que podem criar um mundo melhor.

Para os fãs de Teen Wolf, ver um ex-colega de elenco se juntar a esta organização é doloroso. Parece uma traição à comunidade de apoio que o programa construiu. Também levanta questões incómodas sobre a natureza da recuperação. Uma organização conhecida por controlar os seus membros pode realmente apoiar a cura?

Sprayberry diz que funciona para ele. Ele diz que é fantástico.

Mas para todos que assistem do lado de fora, a resposta não é tão clara. A seção de comentários permanece aberta. O debate continua. E Sprayberry continua postando atualizações.

Três anos depois, ele ainda está lá. Ainda limpo. Ainda faz parte de um sistema que exige lealdade.

Se essa lealdade é uma tábua de salvação ou uma armadilha, cabe interpretação. Só ele sabe o que encontrou. O resto de nós está apenas olhando para a tela. Esperando para ver se o sinal permanece forte ou se a conexão finalmente é interrompida.