Como parar a dieta ioiô: um guia realista para perda de peso sustentável

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Você conhece o procedimento. Você começa forte. Você foi para a academia. Você joga fora a junk food. Três semanas depois? Você está comendo cereal na pia às 23h e se perguntando por que a balança não se moveu. Se este ciclo lhe parecer familiar, respire fundo. Você não está falhando. Você está apenas fazendo o que a maioria das pessoas faz.

O problema não é sua força de vontade. É a sua estratégia. A maioria das mulheres tenta mudar muito, muito rápido. Eles tratam a perda de peso como uma corrida de curto prazo – uma dieta que você segue, suporta e depois “desliga” quando fica difícil. Essa é uma receita para recuperação, não para perda.

A mudança real não acontece em um sprint. Acontece nos momentos tranquilos e nada sexy do hábito diário. Tudo começa com um plano que realmente se adapta à sua vida. Veja como construir uma base duradoura.

Зміст

Desmascarando mitos comuns sobre perda de peso

Vamos limpar o ar. Seu cérebro está cheio de conceitos errados sobre como funciona a perda de gordura, e alguns dos “truques” que você ouviu podem na verdade estar sabotando seu metabolismo.

Considere pular uma refeição. Parece uma brecha inteligente. Não almoce? Economize calorias, certo? Errado. Pular refeições reduz o açúcar no sangue, aumenta o cortisol e sinaliza ao corpo para acumular energia. Isso retarda o seu metabolismo. Seu corpo não está sendo preguiçoso; é ser inteligente. Acha que a fome chegou.

E aqueles lanches sem gordura? Muitas vezes são embalados com açúcar e aditivos artificiais para torná-los palatáveis. Remover a gordura não remove as calorias. Às vezes, elimina a saciedade que o impede de comer compulsivamente mais tarde.

Avalie sua imagem corporal primeiro

Antes de contar uma única caloria, você precisa se olhar no espelho e ser honesto. Não é cruel. Honesto.

Se você tem uma imagem corporal negativa, pode acreditar que precisa perder dez quilos quando dez seriam saudáveis. Ou pior, você pode sentir que está “gordo” quando está objetivamente magro. Essa distorção leva à decepção. Você define uma meta que parece impossível porque está lutando contra um fantasma em sua cabeça.

Uma imagem corporal realista é sua primeira ferramenta. Isso ajuda você a ver onde você realmente está. Isso motiva você a começar porque a meta parece alcançável, não como um castigo.

Conversa Real: Você realmente quer mudar?

Seguir uma nova rotina é difícil. Requer sacrifício. Você tem que mudar a forma como se sente em relação à comida. Você tem que mudar a forma como move seu corpo. Na maioria dos dias, isso parecerá uma tarefa árdua.

Pergunte a si mesmo: você está disposto a fazer o trabalho? Não por duas semanas. Pelos próximos seis meses. Se a resposta for não, nenhuma dieta irá salvá-lo.

A psicologia dos lanches

Lanche não é um vilão. É um hábito. Um caminho neural profundamente arraigado. Quando você está entediado, estressado ou entediado e estressado, sua mão vai para o saco de batatas fritas. É automático.

A perda de peso não significa abrir caminho através da fome. É uma questão de interrupção. Você precisa de atividades de substituição. Ligue para um amigo. Dê uma volta no quarteirão. Lave um prato. Algo que quebra o transe. A vontade de lanchar geralmente passa em dez minutos se você não alimentá-lo.

Estabelecendo metas que não falham

Pare de estabelecer metas como “Perder 10 quilos em um mês”. Essa é uma receita para o fracasso. É abstrato. Está distante. Não oferece recompensa diária.

Estabeleça metas realistas e imediatas. “Vou caminhar 15 minutos hoje.” “Vou beber água em vez de refrigerante no almoço.” Estas são pequenas vitórias. Eles criam impulso. Eles provam ao seu cérebro que você é capaz.

O poder de um diário de dieta

O progresso é invisível no dia a dia. Você come uma salada. Na manhã seguinte, a escala é a mesma. Você se sente derrotado.

Um diário de dieta muda isso. Ele rastreia mais do que calorias. Ele rastreia o contexto. Por que você comeu aquele biscoito? Estresse? Tédio? Celebração? Ver o padrão no papel é revelador. Transforma a culpa vaga em dados concretos.

Coma mais devagar. Seriamente.

Este é o hack mais simples do livro. E o mais difícil de dominar.

Demora cerca de 20 minutos para o seu cérebro registrar a plenitude. Se você retirar a comida em 10 minutos, estará comendo além do ponto de satisfação antes mesmo que seu corpo saiba que já comeu o suficiente.

Desacelerar. Coloque o garfo entre as mordidas. Mastigue bem. Parece tedioso no início. Mas logo você se sentirá mais saciado com menos comida. E isso parece uma vitória.

Construa seu sistema de suporte

Você não precisa fazer isso sozinho. Na verdade, você não deveria.

Encontre um amigo. Junte-se a um grupo. Diga ao seu parceiro o que você está fazendo. Um sistema de apoio não é apenas alguém para torcer por você. É alguém que percebe quando você escorrega. É alguém que oferece uma mensagem em vez de uma pizza quando você está tendo um dia ruim.

Encontre seu pessoal. Eles estão lá fora.

A armadilha metabólica de pular refeições

Você já ouviu isso antes. Pule o café da manhã, perca peso. É um atalho popular, mas também é uma armadilha metabólica. Quando você passa fome durante a manhã, seu corpo não desliga simplesmente. Isso entra em pânico. Ele retarda o metabolismo para conservar energia. Um estudo mostrou que as pessoas que pulam o café da manhã têm uma taxa metabólica de quatro a cinco por cento menor do que aquelas que comem. Essa lacuna é importante. Você acaba queimando menos calorias em repouso. Em vez de seguir a via rápida, é melhor fazer várias pequenas refeições ao longo do dia. Ele mantém seu motor funcionando de forma constante. Impede que o corpo acumule gordura.

A Ilusão Sem Gordura

“Sem gordura” parece seguro. Parece uma brecha. Mas a gordura é densa, sim. Um grama fornece nove calorias. Carboidratos e proteínas fornecem quatro. É por isso que cortar gordura parece um truque inteligente para cortar calorias. Mas os fabricantes também sabem disso. Quando retiram a gordura, muitas vezes a substituem por açúcar. O resultado? Um produto mais leve em gordura, mas mais calórico. Você não está economizando energia. Você está apenas mudando a fonte. Você ainda ganha peso se comer mais do que queima. Limitar a gordura ajuda. Mas ignorando a contagem total de calorias? É aí que o peso volta.

Por que a velocidade mata seu progresso

Queremos resultados para ontem. Isso é humano. Mas perder mais de meio quilo ou dois por semana é perigoso para seu objetivo de longo prazo. A rápida perda de peso geralmente significa perder músculos, não apenas gordura. Pense nos músculos como o motor do seu corpo. Motor maior, mais gasolina queimada. Perca os músculos, encolha o motor. Você precisa de menos calorias para mantê-lo funcionando. Então, quando você volta a comer o que comia, você volta a ganhar peso. Rápido. As dietas da moda podem fornecer números rápidos, mas roubam seu fogo metabólico. Você quer manter o peso? Desacelerar. Construa o motor.

Jantar fora sem culpa

Seu restaurante favorito não é o inimigo. É apenas um lugar onde você tem menos controle sobre a preparação. Mas você ainda tem poder. Você escolhe o que vai no seu prato. Você escolhe quanto. Você não precisa comer como um coelho para perder peso. Você apenas tem que ser intencional. Digitalize o menu. Procure grelhado em vez de frito. Peça molhos à parte. Não se trata de restrição. É uma questão de estratégia. Você pode aproveitar o aspecto social do jantar sem atrapalhar seu progresso.

Substituição sobre eliminação

Você tem que desistir da sobremesa? Você não precisa banir a torta à la mode da sua vida. A maioria das pessoas come por prazer, não apenas por combustível. Se você gosta de doces, coma-os. Basta comê-los de forma diferente. Porções menores. Com menos frequência. Pense em substituição, não em eliminação. Troque o creme de leite por cobertura batida. Escolha chocolate amargo em vez de leite. Você não precisa sofrer para ter sucesso. Você só precisa se ajustar.

O mito da redução pontual

Você quer perder a flacidez da barriga e das coxas. Então você faz abdominais. Você faz levantamento de pernas. Ótimo para tonificar. Péssimo para queimar gordura. A redução pontual não funciona. Seu corpo decide de onde retira a gordura. Você não pode contar. Os abdominais fortalecem os músculos por baixo, mas não queimam a gordura por cima. Para queimar gordura, você precisa de exercícios aeróbicos. Caminhada rápida. Corrida. Ciclismo. Uma caminhada de vinte minutos queima mais gordura do que cem abdominais. Mova todo o seu corpo. Deixe a gordura ir para onde quiser.

Suor não é perda de gordura

Saunas são boas. Eles fazem você suar. Mas você não está perdendo peso. Você está perdendo água. Assim que você bebe, ele volta. Suar sem esforço é desidratação, não dieta. Fatos de sauna? Cintos de borracha? Eles são perigosos. Eles podem causar insolação. Eles prejudicam sua saúde. Seu corpo tem um termostato. Deixe funcionar. Substitua os líquidos quando você se exercita. Não tente queimar sua gordura. É um mito que custa mais do que dá.

Redefinindo o sucesso

A balança é mentirosa. Ou pelo menos está incompleto. O sucesso não é apenas atingir um número alvo. É um processo contínuo. É o hábito de se movimentar mais. É manter registros. É perceber como suas roupas ficam. É a energia que você tem à tarde. Não seja escravo da balança de banheiro. As flutuações diárias não significam nada. Hábitos significam tudo. Concentre-se nas mudanças positivas. O número seguirá. Ou não. De qualquer forma, você é mais saudável.

Contagens de movimento

Você não precisa correr maratonas para perder peso. Você não precisa de horas na academia. Os especialistas concordam: substituir hábitos sedentários é a chave. Sente-se menos. Mova-se mais. Correr uma pista conta. Aspirar a casa conta. Caminhar até a caixa de correio conta. Toda atividade física soma. Não se trata de intensidade. É uma questão de consistência. Pare de sentar. Comece a se mover. Esse é o verdadeiro segredo.

“Sucesso significa mais do que um número na balança. É um processo contínuo que é recompensado cada vez que você faz uma mudança positiva no estilo de vida.”

Os mitos estão por toda parte. Eles são barulhentos. Eles prometem soluções rápidas. Mas a verdade é mais silenciosa. Está nas pequenas refeições. Os alimentos inteiros. As caminhadas constantes. Está na recusa de se punir por querer uma guloseima. Está na compreensão de que seu corpo é um motor, não uma lata de lixo. Mantenha-o abastecido. Continue em movimento. O resto se resolverá sozinho.

Não se trata de força de vontade, trata-se de força de habilidade

Esqueça o mito de que você precisa de uma força de vontade férrea para perder peso e mantê-lo. A mudança duradoura não vem de ranger os dentes. Vem do poder de habilidade. Você está lidando com hábitos, não apenas com fome. Identificar seus padrões, usar soluções comprovadas e mudar sua mentalidade fornece as ferramentas reais para vencer.

As Diretrizes Dietéticas para Americanos (2005) do governo oferecem um roteiro prático para o controle de peso, concentrando-se no tempo total gasto em atividades ativas, e não na perfeição. Para diminuir o risco de doenças crônicas, trinta minutos por dia ajudam. Mas para realmente controlar seu peso, você provavelmente precisará praticar pelo menos 60 minutos de atividade física na maioria dos dias. Isso só funciona se a ingestão de calorias permanecer dentro das suas necessidades.

Quebrando a meta de 60 minutos

Você não precisa dedicar uma hora inteira na academia para atingir essa meta. As orientações deixam claro: a duração é mais importante do que a intensidade da sessão. Distribuir algumas atividades de 10 a 15 minutos ao longo do dia é igualmente eficaz. Tente concentrar-se antes do trabalho, durante a hora do almoço ou depois do jantar. Isso acrescenta.

Quando se trata de intensidade, exercícios vigorosos como correr queimam mais calorias. Você definitivamente perderá quilos com atividades aeróbicas em ritmo acelerado que fazem seu coração bater mais forte. Mas você não precisa correr maratonas para ver os resultados. Atividades de intensidade moderada, como caminhada rápida, combinadas com uma alimentação sensata, funcionam perfeitamente.

As calorias ocultas do trabalho doméstico

Até as tarefas domésticas contam se te fazem suar. Varrendo o gramado. Esfregando a banheira. Lavando as janelas. Estas não são apenas tarefas tediosas; são formas válidas de movimento. Se você está suando, está queimando energia.

Avaliando sua imagem corporal

Os equívocos sobre a perda de peso muitas vezes andam de mãos dadas com os equívocos sobre a sua própria imagem corporal. Compreender como você se vê é tão importante quanto entender como você queima calorias. O próximo passo é aprender a avaliar sua imagem corporal de forma honesta, sem julgamento.


Esta informação é apenas para fins informativos. NÃO SE PRETENDE FORNECER ACONSELHAMENTO MÉDICO. Nem os editores do Consumer Guide (R), Publications International, Ltd., nem o autor nem o editor se responsabilizam por quaisquer possíveis consequências de qualquer tratamento, procedimento, exercício, modificação dietética, ação ou aplicação de medicação que resulte da leitura ou seguimento das informações contidas nestas informações. A publicação destas informações não constitui a prática da medicina e estas informações não substituem o conselho do seu médico ou outro profissional de saúde. Antes de iniciar qualquer tratamento, o leitor deve consultar seu médico ou outro profissional de saúde.

Por que seu instantâneo mental é mais importante do que a escala

Feche os olhos. Não pense no número da balança do banheiro. Pense na forma do seu corpo agora. Da cabeça aos pés. A curva de seus quadris. A maneira como sua camisa fica pendurada. Essa imagem mental é a sua imagem corporal. Não é apenas uma reflexão passiva. É uma força ativa e poderosa que determina o quanto você lutará pela sua saúde.

Se essa imagem interna estiver errada, seus esforços para perder peso também estarão.

Para consertar isso, você precisa auditar seu mapa mental. Pegue um caderno. Responda essas perguntas honestamente. Ninguém mais precisa ver isso.

  • Se o seu amigo mais próximo olhasse para você agora, a descrição dele corresponderia à sua imagem mental?
  • Qual é o formato corporal específico que você realmente deseja?
  • Qual seria o seu peso se você conseguisse esse visual?
  • Você já carregou esse peso antes?

A maioria de nós está mentindo para si mesmo. Mas a mentira tem dois sabores muito diferentes.

Você pode se ver muito maior do que é. Isso é comum. Se fizer isso, você corre o risco de ficar preso. Você pode perder cinco quilos e ainda se sentir “pesado”. Você perde o progresso porque seu cérebro se recusa a dar crédito à mudança. É uma desconexão. Você está fazendo o trabalho, mas sua mente não permite que você vença.

Por outro lado, você ainda pode estar mantendo uma foto do anuário do ensino médio como sua realidade atual. Isto é perigoso. Isso cria cegueira. Se uma avaliação realista mostrar que você tem silhuetas muito maiores do que pensa, você não sentirá urgência em agir. Você procrastina. Você espera até que o espelho se torne impossível de ignorar.

Nenhum dos extremos ajuda. Você precisa de uma linha de base realista. Você precisa visualizar claramente o seu ideal, mas deve começar de onde está, não de onde estava ou de onde teme estar.

Reconectando-se com sua realidade física

Como você preenche a lacuna entre mente e corpo? Você para de evitar seu reflexo.

Olhe no espelho. Não é uma rápida olhada no corredor. Passe algum tempo na frente de um espelho de corpo inteiro ou de três faces. O ideal é fazer isso sem roupa. Parece vulnerável. Deveria. Esteja ciente do seu corpo exatamente como ele é hoje. Quando você vê isso claramente, você pode parar de lutar contra um fantasma. Parabenize-se pelas pequenas mudanças. Um queixo mais suave. Uma postura mais reta. Observe isso.

Repense seu guarda-roupa. Isso é prático, não apenas estético. Roupas largas e largas são um amortecedor. Eles ocultam as alterações que você está fazendo. Se você continuar usando-os, ficará desconectado do seu progresso. Mude para roupas que caibam melhor. Deixe seus olhos verem o novo formato de seus braços ou cintura. Ele constrói uma ligação concreta entre esforço e resultado.

E aqui está a parte difícil: pare de guardar suas “roupas gordas”. Todos nós fazemos isso. Mantemos uma calça jeans de cinco anos atrás como item “objetivo”. Na verdade, é um compromisso com o fracasso. Isso mantém viva a sua versão antiga. Mantenha uma peça de roupa maior, sim. Use-o como um troféu para marcar o quão longe você chegou. Mas não deixe que isso defina seu futuro.

Documente a viagem. A cada quatro ou oito semanas, tire fotos. Mesma iluminação. Mesma pose. Crie um diário fotográfico. Os números em uma escala podem mentir. Eles flutuam com água, sal, estresse. As fotos não. Eles mostram a verdade da sua silhueta. Eles provam que o trabalho está acontecendo, mesmo quando você não sente.

O custo real de permanecer o mesmo

Falamos sem parar sobre a dificuldade de perder peso. A fome. A hora. A pressão social. Mas raramente calculamos o custo de não perdê-lo.

Considere o custo a longo prazo. Sabemos que as contas médicas para diabetes, doenças cardíacas e câncer são astronômicas. Mas olhe mais de perto. Qual é o preço da baixa autoconfiança? O atrito em seu casamento porque você se sente inseguro? As promoções perdidas porque você não projeta a energia que deseja?

Mesmo pequenas reduções no peso corporal produzem enormes retornos na qualidade de vida. Não se trata apenas de ficar bem em um vestido ou terno. É sobre se sentir competente. É sobre entrar em uma sala e acreditar que você pertence.

Experimente este compromisso. Nas próximas quatro semanas, concentre-se nos hábitos de vida específicos que são mais importantes para você. Melhore o seu sono. Corte os lanches noturnos. Mova seu corpo diariamente. Em seguida, revisite esse instantâneo mental. Veja como suas respostas mudam. Veja como sua confiança muda.

Lembre-se de que um estilo de vida saudável não envolve apenas o número na balança. É sobre a vida que você constrói em torno disso.

Abordamos como avaliar sua imagem. Analisamos os custos de permanecer parado. Agora vem o obstáculo final. Você está realmente pronto para mudar? Ou você está apenas esperando que as coisas melhorem por conta própria?

A próxima etapa é um teste simples para avaliar sua disposição para reformular seu estilo de vida. Não se trata de força de vontade. É uma questão de alinhamento. Você está preparado para fazer o trabalho quando fica difícil?

Sua mentalidade antes da balança

A mudança é um negócio complicado. É em partes emocionante e aterrorizante. Antes de se comprometer com uma nova rotina ou um plano alimentar mais rígido, você precisa se olhar no espelho. Não na cintura, mas na cabeça.

Atitudes são apenas crenças mantidas conscientemente. Eles atuam como motor ou freio. Se suas crenças estão trabalhando contra você, nenhuma quantidade de couve irá salvá-lo. Você precisa saber se sua mentalidade o empurra em direção aos seus objetivos ou o afasta deles.

Aqui está uma rápida verificação da realidade. Leia estas declarações e seja brutalmente honesto sobre se elas soam verdadeiras para você:

  • Alcançar minha meta de peso garantirá felicidade eterna.
  • Eu deveria guardar minhas roupas maiores, só para garantir.
  • Fico ressentido em ver pessoas que se exercitam regularmente.
  • Fico irritado quando a balança não se move imediatamente, apesar dos meus esforços.
  • Fazer dieta parece privação; Estou apenas esperando para comer minhas comidas favoritas novamente.
  • Quando eu estiver bem, não precisarei mais fazer exercícios.
  • É injusto que outros comam mais do que eu sem ganhar peso.
  • Manter meu peso ideal significa perder diversão.
  • Estou esperando uma pílula que me permita comer o que quiser.
  • O exercício parece uma tortura ou punição.
  • Se eu não perder cinco quilos por semana, desisto.
  • Não consigo ter vida social e perder peso ao mesmo tempo.
  • Manter um diário alimentar é infantil.
  • A comida é minha melhor amiga.
  • Entro em pânico se os meus lanches habituais não estiverem disponíveis.
  • Meu histórico familiar me impossibilita a perda de peso.
  • Se perco um ou dois dias de exercício, sinto que estraguei tudo, então paro.
  • Não consigo lidar com o estresse sem recorrer à comida.

Se você marcou “verdadeiro” em mais de quatro desses itens, sua atitude pode estar sabotando você. Não se trata apenas de força de vontade; trata-se de padrões cognitivos. Você precisa identificar e mudar essas crenças se quiser manter o peso permanentemente.

Se você marcou dez ou mais opções, provavelmente terá dificuldades para manter o peso, mesmo depois de perder quilos. Isso não é uma falha de caráter. É uma falha de preparação. Neste caso, o apoio profissional ou um grupo de apoio dedicado não é apenas útil – é necessário.

Depois de limpar a desordem mental, você estará pronto para escolher um programa. O mercado está inundado de opções. Mas independentemente do caminho que você escolher, uma atitude positiva e realista é a base inegociável.


Este conteúdo é apenas para fins informativos e não constitui aconselhamento médico. Nem os editores do Consumer Guide, Publications International, Ltd., nem o autor ou editor assumem responsabilidade por quaisquer consequências resultantes do uso desta informação. Isto não substitui o conselho de um médico ou outro profissional de saúde qualificado. Procure sempre o conselho do seu médico ou outro profissional de saúde com qualquer dúvida que possa ter sobre uma condição médica ou tratamento.

A batalha pela perda de peso não é travada apenas na cozinha ou na academia. Está acontecendo na sua cabeça.

Subestimamos o poder do conversa interna para perda de peso porque parece invisível. Mas esse diálogo interno é o roteiro que você segue todos os dias. Se você disser a si mesmo que está falhando, provavelmente irá parar de tentar. Se você disser a si mesmo que é capaz, poderá realmente dar o próximo passo.

Sua mente acredita no que você repete. Pensamentos negativos tornam-se profecias autorrealizáveis. “Não consigo fazer isso” se transforma em uma semana de treinos perdidos e comida para viagem. “Eu mereço esse presente” se transforma em um ciclo de culpa.

O custo da conversa interna negativa

A maioria de nós tem uma voz interior crítica. É alto. É duro. E geralmente está errado.

Considere a diferença entre essas duas mentalidades:

  • The Trap: “Não perdi nem um quilo em uma semana. Sou um fracasso sem esperança.”
  • A mudança: “Não vi movimento na balança, mas planejei minhas refeições e movimentei meu corpo. A consistência é mais importante do que os números diários.”

A genética costuma ser usada como desculpa. “Meus pais estão acima do peso, então estou condenado.” Isso é mentira. Seus genes carregam a arma; seus hábitos puxam o gatilho. Você tem agência.

Depois, há a mentalidade de vítima. “Não é justo eu comer brócolis enquanto todo mundo come pizza.” Essa mentalidade isola você. Escolha ver a alimentação saudável como um privilégio, não como um castigo. Você está alimentando um corpo que merece nutrição.

Reescrevendo o script

O pensamento positivo não significa ignorar a realidade. Trata-se de enquadrá-lo estrategicamente.

1. Troque “Força de Vontade” por “Poder de Habilidade”
A força de vontade é um recurso finito. Ele quebra sob estresse. O poder de habilidade é construído. Isso vem do planejamento. Da identificação de gatilhos. Por saber que se sentir vontade de lanchar, você pode escolher uma atividade diferente. Você não precisa se esforçar ao longo da vida. Você precisa de um sistema.

2. Exercício de reformulação **
“Eu
tenho
que ir à academia” parece uma tarefa árdua. Parece punição. Experimente o seguinte: “Depois que me movo, sinto-me energizado. Sinto-me no controle.” O exercício é um presente para o seu futuro, não um imposto sobre o seu presente.

3. Redefinir a diversão
A cultura alimentar diz que uma vida saudável é chata. Isso é falso. Sua diversão não precisa girar em torno da comida. Pode girar em torno de amigos, hobbies, movimento, descanso. Comida é combustível. Não é o personagem principal da sua vida social.

Como rastrear seu inventário mental

A conversa interna positiva é um músculo. Você tem que exercitá-lo.

Comece anotando seus pensamentos automáticos. Quando você se pegar pensando: “Eu errei”, faça uma pausa. Escreva. Olhe objetivamente. É verdade? É útil?

Então, substitua-o.

Mantenha um diário de sucesso. Não se trata de registrar calorias. Trata-se de registrar vitórias.
* “Eu escolhi água em vez de refrigerante.”
* “Fiz uma caminhada de 10 minutos.”
* “Eu escutei meus sinais de fome.”

Concentre-se no positivo. Comemore as pequenas vitórias. Elogie a si mesmo. Parece estranho no começo. Parece imerecido. Mas é necessário. Você está construindo crença em sua própria capacidade de mudar.

O fator de crença

O controle de peso é mais difícil quando você duvida de si mesmo. É natural sentir-se cético. Todos nós já ouvimos que não podemos fazer algo antes.

Mas a dúvida é apenas um pensamento. E os pensamentos podem ser mudados.

Ao substituir a dúvida pela positividade baseada em evidências, você constrói uma base de autoconfiança. Essa crença torna os dias difíceis mais fáceis. Isso torna os contratempos temporários. Transforma a perda de peso de um castigo em uma prática.

Você não pode parar totalmente a vontade de lanchar. Você não pode silenciar todos os pensamentos negativos instantaneamente. Mas você pode aprender a responder de maneira diferente. Você pode optar por combater o desejo com ação, não com inibição. Você pode escolher falar consigo mesmo como alguém que você ama.

É assim que você permanece positivo. Não ignorando a luta, mas mudando a forma como você fala sobre ela.

A seguir, veremos estratégias práticas para lidar com esses desejos repentinos sem ceder.

Quebrando o hábito de comer sem pensar

Começa pequeno. Um pedaço de chocolate. Uma fatia de bolo. Alguns quadrados de queijo. Antes que você perceba o que está acontecendo, a despensa está vazia e seu estômago cheio. Não se trata apenas de culpa. É sobre matemática. Se você adicionar apenas 100 calorias extras ao seu dia – cerca de 30 gramas de queijo ou um punhado de batatas fritas – você poderá ganhar cinco quilos em um único ano. Esse é o peso silencioso do “desejo”.

Mas aqui está a verdade: impulsos não são comandos. Eles são impulsos. E os impulsos podem ser controlados.

O primeiro passo para combater a vontade de lanchar é fazer uma pausa. Na verdade pare. Faça a si mesmo uma pergunta simples: estou com fome? Não “eu quero algo saboroso?” mas “meu corpo está sinalizando necessidade de combustível?” Se a resposta for não, você não está com fome. Você está entediado. Você está estressado. Você está cansado. Ou, mais comumente, você está comendo por hábito.

Os desejos habituais geralmente passam se você puder esperar que eles passem. Pense em um impulso como um cavalo selvagem. Se você lutar de frente, provavelmente será derrubado. Se você montar nele – reconheça isso, não o alimente e espere que ele se acalme – você recuperará o controle.

A regra dos dez minutos

Para superar um desejo, você precisa ganhar tempo. Especificamente, dez minutos. Use essa janela para se distrair com uma atividade fisicamente incompatível com a alimentação. O objetivo é envolver sua mente e corpo em algo que traga prazer ou sensação de realização.

É aqui que você é criativo. Crie sua própria lista de atividades para “eliminar o desejo”. Algumas ideias para você começar:

  • Ligue para um amigo. Importante: não faça a ligação na cozinha.
  • Mascar chiclete sem açúcar. O sabor mentolado pode sinalizar o fim da alimentação.
  • Escove os dentes. A boca limpa muitas vezes reduz o desejo por mais comida.
  • Tome um banho rápido.
  • Pinte as unhas.
  • Regue as plantas.
  • Ande de bicicleta ergométrica por alguns minutos.
  • Organize um armário bagunçado.
  • Medite ou ore. Apenas tenha pensamentos agradáveis, não sobre comida.
  • Equilibre seu talão de cheques ou documentos de arquivo.
  • Faça palavras cruzadas ou quebra-cabeças.
  • Abrace seu parceiro. Não é o seu prato.

Evite assistir televisão durante esses dez minutos. Estudos mostram que as taxas de obesidade são quase o dobro em pessoas que assistem de três a quatro horas de TV diariamente, em comparação com aquelas que assistem menos de uma. Por que? É um golpe duplo: menos movimento, além de lanches estúpidos. Quatro horas por dia equivalem a 1.460 horas por ano. É muito tempo que você poderia gastar se movendo, criando ou apenas vivendo.

Mude seu ambiente

Se o desejo persistir, mude sua geografia. O ambiente é um gatilho poderoso. Se você estiver sozinho na cozinha, saia. Vá para a casa de um amigo (só não peça lanche). Se você estiver trabalhando até tarde, faça um “alongamento da sétima entrada” no corredor. Se você estiver olhando para a geladeira, vá para o quarto ou sala com um livro.

Depois de sair do espaço onde os alimentos estão armazenados e visíveis, a intensidade do desejo muitas vezes enfraquece. A distância cria perspectiva.

A rede de segurança de baixas calorias

Às vezes, você simplesmente não consegue resistir. Nesses momentos, não perca tempo. Satisfaça o desejo com algo de baixa caloria. Mantenha um estoque de emergência à mão. Pense em vegetais frescos, frutas, refrigerante diet ou pipoca estourada. Não se trata de privar-se; trata-se de satisfazer a ação física de comer sem o custo calórico.

Você está apenas cansado?

Outro check-in crítico: fadiga. Muitos de nós confundimos exaustão com fome. Quando estamos debilitados ou doentes, nosso corpo anseia por energia. Ele grita por açúcar. Mas muitas vezes, o que ela realmente quer é descansar.

Se você reconhece que sua vontade está ligada ao cansaço, faça uma pausa. Dê um descanso ao seu corpo. Descansar. Dormir. Não se sinta culpado por dedicar esse tempo extra. Superar esses impulsos de forma produtiva – descansando, movimentando-se ou distraindo-se – cria um tempo livre que antes era consumido por uma alimentação estúpida.

Enquanto você trabalha para perder peso, ou mesmo antes de começar, estabelecer metas realistas é essencial para se manter motivado. Veremos como fazer isso a seguir.

Este conteúdo é apenas para fins informativos e não pretende ser aconselhamento médico. Não substitui a orientação de um médico ou outro profissional de saúde. Sempre consulte um profissional antes de iniciar qualquer novo tratamento, dieta ou programa de exercícios.

Por que suas metas de perda de peso estão falhando antes de você começar

Você conhece o procedimento. Segunda de manhã. Novo mês. Você jura que desta vez será diferente. Você vai à academia diariamente. Você banirá o açúcar para sempre. Você perderá dez quilos em quatorze dias.

Parece heróico na sua cabeça. Na realidade, é uma armadilha.

Quando você define o padrão como “perfeito”, você está se preparando para um acidente. É assim que começa como definir metas realistas de perda de peso : admitindo que a perfeição é um mito. Se a sua base for frágil, toda a estrutura cairá quando a vida acontecer. E isso vai acontecer.

A maioria das pessoas tropeça em duas armadilhas mentais específicas. Se você puder nomeá-los, poderá evitá-los.

A Armadilha da Síndrome do Imperativo Insistente

Isto é o que acontece quando sua linguagem fica rígida. Você usa palavras como sempre, nunca, deve e todo.

“Eu nunca vou comer chocolate.”
“Devo perder meio quilo por dia.”

Aqui está a dura verdade: ninguém é perfeito. Você é humano. Quando você exige perfeição, você cria um sistema binário onde qualquer coisa abaixo de 100% é uma falha de 0%.

Então, você escorrega. Você come o biscoito. Ou você perde o treino. Como você definiu a meta como “nunca” ou “sempre”, aquele deslize parece um colapso total. A decepção bate forte. E qual é a resposta humana à culpa e à frustração? Você come mais.

É uma profecia autorrealizável.

Quebre o feitiço. Elimine os imperativos do seu vocabulário. Permita o erro. Se seus objetivos deixam espaço para a vida acontecer, você permanece no caminho certo quando as coisas dão errado. Você é recompensado pela consistência, não punido pela humanidade.

A Síndrome do Monte Everest

Depois, há o outro extremo. A montanha.

“Vou perder 50 quilos.”
“Vou caminhar dez milhas por dia.”

Esses objetivos são esmagadores. São picos enormes e distantes que fazem com que o primeiro passo pareça inútil. O tamanho da tarefa paralisa você. Pior ainda, enquadra o sucesso como um ponto final distante. Você não se sente bem até chegar ao topo. Até então, você está apenas sofrendo.

Isso não é motivação. Isso é tortura.

Seus objetivos precisam ser desafiadores, sim. Mas eles não deveriam ser impossíveis. Quebre a montanha em rochas. Você não vai escalar o Everest hoje. Você está apenas calçando os sapatos. Concentre-se em pequenas tarefas que você pode concluir em um dia ou uma semana. Pequenas vitórias criam impulso. Grandes objetivos apenas criam ansiedade.

Como definir metas realistas de perda de peso que permaneçam

As metas são importantes porque concentram sua energia. Mas eles só funcionam se forem construídos corretamente. Para se preparar para o sucesso, seu plano precisa de cinco características específicas:

  • Curto prazo e específico. Não diga “Vou me exercitar”. Diga: “Vou caminhar 25 minutos depois do jantar, de segunda a sexta”. A clareza mata a procrastinação.
  • Rastreável. Use um diário ou um aplicativo. Veja seu progresso. A prova visual mantém você honesto.
  • Positivo. Use “Eu vou” em vez de “Eu não vou”. “Vou comer vegetais” parece fortalecedor. “Não vou comer lixo” parece privação.
  • Pessoal. Faça isso por você. Não para o seu ex. Não para sua sogra. Centralize sua própria saúde.
  • Recompensador. Comemore as pequenas vitórias. Eles são os tijolos sobre os quais você constrói sua saúde a longo prazo.

Irrealista vs. Realista: uma visão lado a lado

Confuso? Veja a diferença. Um caminho leva ao esgotamento. O outro leva a resultados.

Irrealista: “Nunca comerei mais de 1.000 calorias por dia.”
Realista: “Minha ingestão média diária será de 1.500 calorias esta semana.”

Irrealista: “A partir de amanhã, caminharei duas horas todos os dias.”
Realista: “Vou caminhar 20 minutos quatro vezes esta semana.”

Irrealista: “Estou fazendo biscoitos para a venda de bolos e não vou provar nenhum.”
Realista: “Vou comprar biscoitos para a venda de bolos e entregá-los no caminho para casa.”

Irrealista: “Vou perder cinco quilos antes da reunião de classe no próximo mês.”
Realista: “Como pequenas porções e faço caminhadas de 15 minutos quatro vezes por semana para me sentir mais saudável e confiante na reunião.”

Notou a mudança? As metas realistas concentram-se em ações que você pode controlar. Os irrealistas concentram-se em resultados que dependem de sorte, metabolismo e pura força de vontade.

Escreva o seu. Leia-os de volta. Se você ouvir “deve” ou “nunca”, reescreva. Se o objetivo parecer um castigo, mude-o.


Esta informação é apenas para fins educacionais e não constitui aconselhamento médico. Não substitui a orientação de um médico. Sempre consulte seu médico antes de iniciar qualquer nova dieta, exercício ou plano de tratamento.

Manter os quilos perdidos é onde a maioria das pessoas tropeça. Perdê-los? Essa é a corrida. Mantê-los no chão é a maratona que quebra a maioria dos corredores. Se você está cansado do ciclo ioiô, existe uma ferramenta simples que realmente funciona. Pesquisadores do Duke University Diet & Fitness Center descobriram que os “perdedores” bem-sucedidos compartilham um hábito comum: eles anotam as coisas.

Não se trata de perfeição. É uma questão de consciência.

O poder do rastreamento diário de alimentos

Um diário de dieta faz três coisas específicas para o seu cérebro. Isso cria foco. Isso força o planejamento. Permite reflexão.

Foco vem de lembrar por que você começou. Quando você anota seus objetivos todos os dias, eles deixam de ser desejos abstratos. Eles se tornam restrições reais.

Planejamento é onde a mágica acontece. A maioria das pessoas que fazem dieta falha porque tentam improvisar. Eles comem quando estão com fome, movem-se quando lhes é conveniente. Essa é uma receita para o caos. Você precisa de um plano de alimentação e movimentação com pelo menos 24 horas de antecedência. Uma semana antes é ainda melhor. Torne-o realista. Se você sabe que tem uma reunião tardia na terça-feira, não planeje um treino de três horas. Planeje o que realmente se adapta à sua vida.

Se você cometer um deslize – e você cometerá um deslize – anote. Observe a hora. A localização. Com quem você estava. Não se trata de culpa. É sobre dados. Mais tarde, você poderá olhar para trás e ver o padrão. Talvez você sempre coma demais quando está estressado depois do trabalho. Talvez fins de semana com certos amigos resultem em bebidas extras. Identifique essas situações de alto risco antes que aconteçam novamente.

Reflexão é a peça final. Seu diário é um espelho. Mostra padrões de comportamento que o aproximam ou se afastam de seus objetivos. Observe o progresso em outras áreas além da escala. Como está sua energia? Seu humor? Seu sono?

Mantenha um diário. É a ferramenta mais eficaz para manter a perda de peso.

Comer mais devagar para comer menos

O rastreamento ajuda você a ter uma visão geral. Mas e o momento real de comer? Como você come é tão importante quanto o que você come.

Uma das maneiras mais eficazes de controlar o tamanho das porções sem se sentir privado é comer mais devagar. Seu cérebro precisa de tempo para perceber que seu estômago está cheio. Demora cerca de 20 minutos para o sinal viajar. Se você comer comida durante dez minutos, você já comeu demais antes que seu corpo perceba que está satisfeito.

Coloque o garfo entre as mordidas. Mastigue bem. Converse com seus companheiros de jantar. Faça da refeição uma pausa no seu dia, não apenas um combustível para superá-la. Essa simples mudança pode reduzir significativamente a ingestão geral de calorias.


Esta informação é apenas para fins informativos. NÃO SE PRETENDE FORNECER ACONSELHAMENTO MÉDICO. Nem os editores do Consumer Guide (R), Publications International, Ltd., nem o autor nem o editor se responsabilizam por quaisquer possíveis consequências de qualquer tratamento, procedimento, exercício, modificação dietética, ação ou aplicação de medicação que resulte da leitura ou seguimento das informações contidas nestas informações. A publicação destas informações não constitui a prática da medicina e estas informações não substituem o conselho do seu médico ou outro profissional de saúde. Antes de iniciar qualquer tratamento, o leitor deve consultar seu médico ou outro profissional de saúde.

O atraso de vinte minutos: por que a alimentação rápida sabota sua saciedade

Seu corpo possui um sistema de alarme embutido. Ele envia sinais do seu intestino para o cérebro no momento em que você está satisfeito. O problema? O trajeto leva tempo. Especificamente, cerca de vinte minutos.

Se você inalar o jantar, estará essencialmente dirigindo em um sinal vermelho. Você embala mordidas extras enquanto seu cérebro ainda está processando as anteriores. Quando o sinal “Terminei” finalmente chegar, você já ultrapassou seu limite de calorias. Desacelerar não é apenas uma questão de etiqueta. Dá a esses sinais naturais de saciedade uma chance de serem registrados. Você para antes de acabar com os alimentos que seu corpo não precisa. Além disso, você realmente saboreia a refeição. A satisfação vem das texturas, dos cheiros, dos sabores. A pressa embota tudo isso.

Se você estiver quebrando recordes de velocidade na mesa, experimente estas técnicas concretas para forçar um ritmo mais lento.

Barreiras físicas à alimentação rápida

A solução mais imediata é mecânica. Coloque o garfo ou colher após cada mordida.

Para muitos de nós, comer é um ciclo contínuo. O utensílio voa do prato à boca e vice-versa. Quebre o ciclo. Pegue uma colher. Coloque-o ao lado do prato. Mastigar. Engolir. Pegue novamente.

No início, isso parece tedioso. Estranho, até. Você sentirá uma necessidade de continuar em movimento. Ignore isso. Você ficará surpreso ao ver quanto mais cedo seu estômago sinalizará plenitude.

Isto também se aplica a alimentos portáteis. Se você estiver comendo pizza, um sanduíche ou um bagel, dê uma mordida. Coloque o resto da comida. Mastigar. Engolir. Repita. Não carregue a boca enquanto os dentes ainda estiverem trabalhando na mordida anterior. Espere até que sua boca esteja vazia antes de preparar o próximo.

Preparando o cenário para uma digestão mais lenta

O ambiente dita o comportamento. Se você está estressado, você come mais rápido. Se as crianças estão brigando ou o trabalho está se acumulando, não comece a comer ainda. Faça uma respiração profunda. Leia algumas páginas do jornal. Acalme-se primeiro. Depois coma com calma.

Considere o layout da sua refeição. Coma em pratos em vez de em estilo familiar. Quando toda a comida está na mesa de uma vez, é mais fácil pastar sem pensar. O preparo de cada prato força uma pausa entre os pratos.

Cronometre-se até que o hábito persista. Use um relógio ou cronômetro de cozinha. Faça uma breve pausa de um minuto, uma ou duas vezes durante a refeição. Falar. Beba uma bebida. Cruze as mãos no colo. Essas micropausas zeram o relógio.

O fator de distração e ferramentas dietéticas

Quando chegar a hora de comer, não faça nada além de comer. Dedique toda a sua atenção à refeição. Desligue a televisão. Tire o telefone do gancho. Se você estiver distraído com outras atividades, poderá não perceber o quão rápido ou quanto está comendo. A distração é inimiga da saciedade.

A música também pode influenciar seu ritmo. Estudos mostram que as pessoas comem mais devagar quando ouvem música lenta e suave. Deixe o ritmo da sala definir o ritmo da sua mastigação.

Tente usar os pauzinhos para todas as cozinhas, não apenas para pratos asiáticos. Eles diminuem automaticamente sua taxa de alimentação. A mecânica de pegar peças individuais força um andamento mais lento. Se você já é um profissional com pauzinhos, use-os na mão oposta! Adiciona uma camada de dificuldade que mata a velocidade. Como um bônus adicional, os pauzinhos permitem que molhos gordurosos caiam pelas rachaduras e permaneçam no prato onde pertencem, em vez de manchar seu rosto ou tigela.

Posicionamento consciente

Sente-se enquanto come. Ficar em pé incentiva o consumo rápido. Muitas pessoas simplesmente não contam o que comem quando estão no balcão ou saindo pela porta. Sentar ajuda você a relaxar e se concentrar no ato de se alimentar.

Jante, não apenas inspire. Saboreie os detalhes. Aprecie a textura de uma cama fresca de folhas verdes sob a salada de atum. Compare isso com devorar atum direto da lata. Por que não tornar a hora das refeições um evento prazeroso? A criatividade é importante. Desenvolva seus próprios truques para desacelerar. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Experimente até encontrar um ritmo que pareça natural, mas suficientemente lento.

Um bom grupo de apoio pode ajudá-lo a ter sucesso em praticamente qualquer empreendimento, e a perda de peso não é exceção. Aprenda como reunir uma boa equipe ao seu redor na próxima seção.

Esta informação é apenas para fins informativos. NÃO SE PRETENDE FORNECER ACONSELHAMENTO MÉDICO. Nem os editores do Consumer Guide (R), Publications International, Ltd., nem o autor nem o editor se responsabilizam por quaisquer possíveis consequências de qualquer tratamento, procedimento, exercício, modificação dietética, ação ou aplicação de medicação que resulte da leitura ou seguimento das informações contidas nestas informações. A publicação destas informações não constitui a prática da medicina e estas informações não substituem o conselho do seu médico ou outro profissional de saúde. Antes de iniciar qualquer tratamento, o leitor deve consultar seu médico ou outro profissional de saúde.

A força de vontade é um recurso finito. Você só consegue cerrar os dentes algumas vezes antes de desabar. É por isso que tentar perder peso no vácuo é uma batalha perdida. Você precisa de uma equipe. Mas não qualquer equipe. Você precisa do tipo certo de suporte.

A maioria das pessoas presume que seus amigos e familiares estão automaticamente do seu lado. Eles não são. Freqüentemente, eles são o principal obstáculo.

Se você quiser realmente perder peso, terá que tratar seu círculo social como um ativo estratégico. Requer avaliação. Requer conversa. Exige que você pare de esperar habilidades de leitura de mentes das pessoas que mais amam você.

Audite seu círculo íntimo

Comece observando as pessoas com quem você passa tempo. Não aqueles com quem você * deseja * passar algum tempo. Aqueles que você realmente faz.

Categorize-os em dois grupos: aliados e sabotadores.

Aliados são aqueles que percebem quando você é consistente. Eles respeitam seus limites. Eles podem não ser especialistas em perda de peso, mas não atrapalham você. Sabotadores são aqueles que dificultam sua jornada. Eles podem não estar fazendo isso de propósito. Essa é a pior parte. Eles empurram a comida porque é assim que demonstram amor. Eles fazem piadas sobre sua dieta. Eles convidam você para um happy hour quando você está tentando cortar o álcool.

Você não precisa excluir essas pessoas da sua vida. Isso é extremo e raramente sustentável. Você só precisa mudar a forma como interage com eles.

Passe mais tempo com os aliados. Se você está cortando calorias, não encontre Jane the Food Pusher para almoçar. Conheça o colega de trabalho que deseja caminhar durante os intervalos. Crie um ambiente onde escolhas saudáveis ​​sejam o padrão, não a exceção.

A Arte da Pergunta Específica

Outras pessoas não conseguem ler sua mente. Esta é uma verdade difícil de aceitar, mas é a base para obter ajuda.

Dizer a alguém “Por favor, me apoie” é inútil. É muito vago. Isso deixa para eles o fardo de descobrir o que isso significa. E quando eles erram, você fica ressentido. Eles se sentem frustrados. Ninguém vence.

Você tem que ser específico. Você tem que dizer a eles exatamente como ajudar.

Para incentivo diário:
Peça-lhes que elogiem o comportamento, não o número na balança. A perda de peso é lenta. Algumas semanas você vai parar. Se o seu sistema de apoio apenas comemorar os quilos perdidos, eles deixarão de comemorar quando a balança parar de se mover. Peça-lhes que percebam quando você come devagar. Quando você escolhe uma salada em vez de batatas fritas. Quando você resiste a uma segunda porção. Esse é o comportamento que leva a resultados.

Peça-lhes que evitem criticá-lo se você cometer um deslize. Uma refeição ruim não é um fracasso. São dados.

Peça-lhes que sejam parceiros na resolução de problemas. Quando você estiver com dificuldades, peça uma ligação, não apenas um tapinha nas costas. Deixe-os ajudá-lo a debater soluções.

Para reduzir a exposição alimentar:
Esta é a parte prática.
* Peça-lhes que parem de lhe dar comida de presente. Um bolo não é um presente agora. É uma armadilha.
* Peça-lhes para não comerem os alimentos “gatilho” na sua frente. Se o chocolate é o seu ponto fraco, não coma chocolate no carro com você.
* Peça-lhes que ajudem a limpar a mesa. Longe da vista, longe da mente. Se os lanches estiverem em um armário e não no balcão, é menos provável que você os coma.

Para diminuir a importância da alimentação:
A comida não deve ser o centro de todas as interações.
* Peça-lhes para minimizarem a “conversa sobre comida”. Sim, as pessoas falam sobre comida o tempo todo. É chato e distrai.
* Peça que demonstrem carinho com abraços, não com sobremesas.
* Peça-lhes que o convidem para ir ao cinema. Para jogar. Para eventos esportivos. Atividades que não giram em torno de comer ajudam você a perceber que pode se divertir sem um prato na mão.

O ciclo de feedback

Quando alguém faz algo certo, não diga apenas “obrigado”. Seja específico.

“Obrigado por não comprar o sorvete. Ajuda muito quando não está em casa.”

Veja a diferença? Um é genérico. O outro reforça a ação específica que você deseja ver repetida.

E lembre-se, esta é uma via de mão dupla. Você está pedindo ajuda. Você precisa perguntar o que pode fazer por eles em troca. O suporte não é uma performance solo. É uma parceria.

Perder peso é difícil. É preciso força de vontade. É preciso energia. Não desperdice essa energia lutando contra seu próprio círculo social. Equipe-os. Guie-os. Deixe-os ajudá-lo a ter sucesso.

Joan Horbiak, nutricionista registrada com mestrado em saúde pública, passou sua carreira projetando programas de redução de peso. Ela sabe que a mudança de estilo de vida não envolve apenas o que você tem no prato. É sobre quem está sentado à mesa.

O Centro de Dieta e Fitness da Duke University, fundado em 1969, combina conhecimentos médicos, psicológicos e nutricionais para ajudar os clientes a formar hábitos mais saudáveis. Eles sabem que a força de vontade desaparece. Os sistemas duram.

Esta informação é apenas para fins educacionais. Não é conselho médico. Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer nova dieta, exercício ou plano de tratamento.